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Vendas à minha porta, NÃO!

14-03-2017

A DECO recebe, todos os anos, cerca de 4 mil reclamações sobre vendas porta– a-porta, com prejuízos económicos para os consumidores.

O que acontece ao consumidor quando cai nesta armadilha? Fica amarrado a um serviço ou produto que não pediu, não encomendou e que não lhe serve. Isto porque não conseguiu fechar a porta! Como fugir a estas vendas ao domicílio, desleais, pouco transparentes e especialmente dirigidas a consumidores mais vulneráveis?

“A informação é a chave” – reivindica a Diretora Geral da DECO, Ana Tapadinhas. “Desde a década de 90 que a DECO recebe reclamações de consumidores alvo destas práticas comerciais desleais. Hoje assistimos a milhares de vendas de contratos de fornecimento de serviços públicos essenciais, como a energia e as telecomunicações, feitas à porta do cidadão. É altura de combater este flagelo”.

Antecipando o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor, comemorado a 15 de março, a DECO pretende informar todos os consumidores do que devem exigir aos vendedores, obrigando- os a prestar-lhe os esclarecimentos que entender ou simplesmente a retirar-se da sua porta.

A campanha vendas à minha porta NÃO! é lançada hoje. A DECO disponibiliza um vídeo que reforça a importância de estar informado quando abrir a porta a este tipo de vendas e um “pendurante” (imagem 1) que o consumidor poderá descarregar gratuitamente através do nosso site e colocar na sua porta.

Os contratos indesejados e com valores irrecuperáveis para o consumidor têm de terminar. Os orçamentos das famílias têm sofrido um impacto negativo. Preocupa-nos, sobretudo, aqueles consumidores que não têm sequer capacidade para reclamar e pedir apoio. “Reivindicamos desde já um maior controlo destas vendas associadas a práticas desleais” – afirma Ana Tapadinhas. “Junte-se a nós. Vamos abrir uma porta para solucionar definitivamente este problema!”

 

Veja o vídeo: 

Para bom consumidor meia palavra NÃO basta!